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5 dicas que qualquer profissional de arquitetura deveria saber sobre concepção estrutural

Por YCON Formação Continuada

Infelizmente, o ensino sobre concepção estrutural não é muito aprofundado nas escolas de arquiteturas, dando a falsa impressão de que essa fase do projeto é tarefa dos engenheiros.

 Porém, o envolvimento do arquiteto nessa etapa contribui exponencialmente com a qualidade da entrega do projeto, sem contar que evita grandes dores de cabeça e possíveis desentendimentos com o engenheiro contratado.

Por isso, confira 5 dicas para introduzi-lo aos conceitos relacionados à concepção estrutural dos projetos arquitetônicos!

Conceituar a estruturadeve ser o passo inicial em qualquer projeto. Isso poque, uma vez que se entenda a interação entre os alicerces e os outros elementos edifício, como lajes, vigas e pilares é possível ser mais assertivo na escolha do material utilizado para a sustentação da obra (como aço, madeira, concreto, etc).

As funções de uma estrutura vão muito além de manter a construção estável. Fatores como o aspecto visual da estrutura, bem como a quantidade de pilares de sustentação e sua manutenção futura, muitas vezes são deixadas de lado no momento da concepção estrutural, o que pode acabar prejudicar o futuro da obra.

A melhor solução para o seu projeto deve se adaptar ao seu bolso e ter um prazo de execução compatível ao seu projeto.Vale lembrar que a base estrutural mais barata para o seu projeto pode não se adequar ao seu prazo.

Em outras palavras, o custo não deve ser o único parâmetro de analise na escolha da estrutura.

A concepção de uma estrutura está sempre atrelada a um projeto, e vice-versa. Por isso, é recomendável que o arquiteto responsável pelo projeto, caso não seja capacitado para projetar uma estrutura, atuar nessa etapa junto a um engenheiro qualificado. Dessa forma, é possível evitar alterações no desenho inicial e tomar melhores decisões.

O cálculo estrutural é o responsável por comprovar se a estrutura selecionada é a ideal para a obra. Essa fórmula deve levar em conta variáveis como orçamento, tipo de construção e modelo estrutural, além da possibilidade de vigas, treliças ou pilares, entre outros aspectos.

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